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Crónicas de Amigos

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MIUT eu me confesso… – Sónia Silva

Começo por agradecer ao Runner Anónimo (que de Anónimo já não tem nada) que me propôs escrever sobre a minha experiência no MIUT. Corro o risco de ele se arrepender porque eu escrevo como falo… muito!

É inevitável começar a falar de sonhos e o meu sonho começou lá atrás, quando via a partida dos MIUTantes à meia-noite, no Porto Moniz e dos Ultra MIUTantes que saíam de São Vicente. Ficava colada à televisão, a ver as ‘luzinhas’ a descer até a Ribeira da Janela, e arrepiava-me sempre aquela imagem, todo aquele ambiente.

A vida em seis horas – João Paulo Marques

O meu MIUT acabou antes de começar. Para mim e para muitos outros. Com as inscrições para a prova esgotadas em 24 horas, a minha única esperança de correr o MIUT, restava numa longa lista de espera para substituir os inscritos desistentes. Mas os dias passavam e com eles aumentava a certeza de que em 2018 ficaria de fora da prova. Afinal de contas, não seria o fim do mundo. O que não faltam são provas para correr. E, em última linha, eu e o MIUT teríamos sempre 2019. Estava conformado. Até ao dia em que, no Facebook, alguém anunciava que tinha uma inscrição disponível. Nem pensei duas vezes. Daí a estar inscrito no MIUT Marathon, não chegaram a passar 24 horas. O meu MIUT tinha acabado de começar.