Beleza e Lama em Abundância – III Trail da Boaventura

A Costa Norte da Madeira é especial. Há sempre algo para descobrir ou explorar neste pedaço de terra, onde a natureza brindou o Homem com paisagens únicas, uma floresta verdejante e trilhos fotogénicos que fascina qualquer pessoa. 

Admito que a Boaventura não é um dos sítios que vou nos fim-de-semanas ou que levo amigos que vêm de férias à Madeira. Sabia onde ficava, já tinha lá passado mas nunca imaginei a tamanha beleza desta pequena freguesia da nossa ilha.Quando me inscrevi não estava à espera de descobrir tantos locais que merecem ficar marcados na minha memória fotográfica.

A chuva, que parecia querer “abençoar” a prova, arrefeceu os corpos quentes que partiram rumo às montanhas do norte, que mais pareciam ser SPA’s em grande escala, onde os “tratamentos” de lama abundante faziam parte do programa de ambas as provas.

2017 foi uma verdadeira “montanha de sensações”, com altos e baixos que definiram toda a altimetria de um ano espetacular, marcado pelo objectivo cumprido. Entre as desistências em…

Lutar, acreditar, vingar – Tudo para atingir um objectivo

Eu sempre gostei dos Jogos Olímpicos (JO). Os primeiros JO que tenho memória de ver foram os de Barcelona, em 1992. A televisão era quadrada e a limitação de canais era real. Na Madeira só existia a RTP local, com uma emissão que começava às 12h00 durante os dias de semana. Enfim, outros tempos!

Voltando ao assunto… lembro-me de ficar vidrado a ver o atletismo. Adorava ver as provas de velocidade. Lembro-me de ver e sonhar com o momento das medalhas, como se um dia fosse lá estar. A cerimónia de entrega tinha uma importância tão grande para os atletas e para aqueles que assistiam a consagração de mais um(a) supra-sumo das corridas. Sonhos de criança que não se tornaram realidade. O bichinho ficou…

Músicas para Correr – O ‘novo’ rock português

“O que é nacional é bom!” 

É uma frase batida, mas encaixa perfeitamente na minha playlist de Novembro. Neste mês aumentei um bocadinho a intensidade em alguns treinos, para tal precisava uma banda sonora que me incentivasse de início ao fim. A música electrónica é sempre um bom recurso para puxar, mas desta vez quis variar um pouco e criei uma lista só com bandas portuguesas, na maioria bandas de rock, muitas delas da nova geração. 

O que é o Glicogénio Muscular

Imaginem que o vosso corpo é uma bateria de um telemóvel! Como todos os telemóveis, ele precisa de ser carregado com frequência, dependo do uso que vamos dar. Se passam o dia todo na internet, é claro que a bateria vai durar pouco e será necessário um ou vários carregamentos para conseguir utilizar durante um dia. Se a utilização for moderada e a bateria for de qualidade, vai durar um dia inteiro sem nenhum problema. 

Tal como a bateria do telemóvel, podia estar a falar das baterias dos carros ou de outros dispositivos que precisam de energia para fazerem o seu “trabalho” nas melhores condições. Todas estas comparações são perfeitas para fazer um paralelo com o funcionamento do nosso corpo. Como ainda não vivemos de carregamentos com cabos usb, existem formas naturais e orgânicas de fazer estes “carregamentos” para termos a energia necessária para todo o tipo de actividades. Entre estas fontes de energias armazenadas, a mais conhecida pelos atletas, é o glicogénio muscular.

Receitas Runner – Maçãs Assadas Recheadas

Quando eu era criança não gostava do Outono. Esta época marcava o fim das férias, o regresso às aulas e dos dias mais curtos, que eram chatos e cinzentos. Quando os dias de chuva chegavam, os fim-de-semana eram passados dentro de casa ou em casa dos avós, que viviam no campo.

Nesses dias no campo, com sorte, e se o tempo permitisse, ia com o meu avô aos terrenos para apanhar a fruta típica da época. Eram nozes, castanhas e maçãs. Ainda me lembro do cheiro dos sacos recheados de maçãs, misturadas com as nozes, que chocalhavam conforme o ritmo do andamento que ditava o regresso a casa. Nesses dias, a minha avó, com boa mão para a cozinha e ‘professora’ do neto ‘à volta das panelas’, fazia maçãs assadas para comermos depois da sopa ou do caldo ‘do campo’, que eram servidos ao jantar. Enfim, boas recordações…

O vício das corridas
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