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“Depois da tempestade vem a bonança”.

Doze anos depois regressei ao Porto Santo. Este regresso parecia estar agoirado pelo tempo tenebroso que era tão apregoado por ‘marujos de de água doce’, que temiam de uma espécie de ‘Adamastor’, que estaria à espreita entre a Ponta de São Lourenço e a tão conhecida e temida ‘Travessa’. A verdade é que o tempo era incerto. A chuva e o vento não davam tréguas, mas havia uma legião de destemidos aventureiros que acreditavam poder pisar uma ilha conhecida por “Dourada”, mas que estava pintada de verde esperança.

2017 foi uma verdadeira “montanha de sensações”, com altos e baixos que definiram toda a altimetria de um ano espetacular, marcado pelo objectivo cumprido. Entre as desistências em várias provas, por causa de indisposições, e a “vitória” gloriosa que foi acabar uma Ultra, este ano traçou novos desejos e objectivos para os próximos tempos.

De há uns anos para cá, entre o mês de Novembro e Dezembro, amigos e conhecidos fazem-me sempre a mesma pergunta : “Onde compras as tuas sapatilhas?”

A época que antecede o Natal é o momento ideal para fazer as habituais compras natalícias, aproveitando as diversas campanhas e promoções que já são quase uma tradição nesta altura do ano. Como muita gente opta pela corrida para estimular a actividade física, é normal que existam imensas oportunidades nas lojas da especialidade, sejam nos centros comerciais ou online. Por esta mesma razão, todos os anos há muita malta a fazer a pergunta da praxe. E eu respondo com todo o gosto!

Para quem acompanha as notícias sobre o trail nacional e internacional, com certeza tem ouvido relatos estranhos de várias ‘células terroristas’ que têm atacado este desporto que tanto gostamos.

Estes ‘atletas terrorista’ têm aparecido nas provas como se fossem os reis dos trilhos, aterrorizando as organizações e participantes, através das suas batotas elaboradas, trafulhices sofisticadas e sujidade sem fim. Para eles, vale tudo! De carro ou por trilhos alternativos, tudo é possível para fazerem das suas, armados em ‘finishers da treta’.

Esta espécie única de terroristas tem vindo a crescer, sem percebermos bem as razões que levam a estes “chicos espertos” aldrabarem tudo e todos, em troca de uma boa classificação para depois encherem os seus egos e gabarem-se com os amigos do escritório e as miúdas do ginásio. 

Pobres infelizes…

Imaginem que o vosso corpo é uma bateria de um telemóvel! Como todos os telemóveis, ele precisa de ser carregado com frequência, dependo do uso que vamos dar. Se passam o dia todo na internet, é claro que a bateria vai durar pouco e será necessário um ou vários carregamentos para conseguir utilizar durante um dia. Se a utilização for moderada e a bateria for de qualidade, vai durar um dia inteiro sem nenhum problema. 

Tal como a bateria do telemóvel, podia estar a falar das baterias dos carros ou de outros dispositivos que precisam de energia para fazerem o seu “trabalho” nas melhores condições. Todas estas comparações são perfeitas para fazer um paralelo com o funcionamento do nosso corpo. Como ainda não vivemos de carregamentos com cabos usb, existem formas naturais e orgânicas de fazer estes “carregamentos” para termos a energia necessária para todo o tipo de actividades. Entre estas fontes de energias armazenadas, a mais conhecida pelos atletas, é o glicogénio muscular.

O vício das corridas
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