“Depois da tempestade vem a bonança”.
Doze anos depois regressei ao Porto Santo. Este regresso parecia estar agoirado pelo tempo tenebroso que era tão apregoado por ‘marujos de de água doce’, que temiam de uma espécie de ‘Adamastor’, que estaria à espreita entre a Ponta de São Lourenço e a tão conhecida e temida ‘Travessa’. A verdade é que o tempo era incerto. A chuva e o vento não davam tréguas, mas havia uma legião de destemidos aventureiros que acreditavam poder pisar uma ilha conhecida por “Dourada”, mas que estava pintada de verde esperança.