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“Eu ainda sou da altura” em que acompanhava de longe os nossos Portugueses em Mont Blanc. Seguia a sua progressão no gráfico de perfil da prova, e via a chegada a Chamonix de bandeira em punho, a atravessar um pórtico de sonhos e emoções. Decidi concorrer este ano porque me disseram que no primeiro ano as probabilidades de ser seleccionada seriam baixas, mas que assim teria mais hipóteses de conseguir para o ano. Portanto, era este o plano. Concorrer, não ficar, e fazer a estreia nos três dígitos aqui no MIUT. Pois, bem quis o destino, a vida ou os astros que assim não fosse, não fiz o MIUT (por uma boa razão) e fiquei seleccionada para a CCC. Estava tão confiante que não ficaria seleccionada que nem fui ver os resultados. Às 09h17 da manhã, nada mais, nada menos, o amigo Javier manda mensagem: “Não me digas que és a Sónia Silva que estava inscrita para a CCC” e eu respondi que sim, e Javier diz: “Caraças, Parabéns, Pumba” e pronto, foi assim que eu soube que tinha acabado de ser uma das 2,132 pessoas que estariam na partida da CCC 2019 em Mont Blanc.

Festa que é festa, tem de ser grande, bonita e cheia de convidados!

Este ano tive uma sorte daquelas. Quando comecei nestas andanças, ouvi falar de uma prova dura, fria e cheia de lama, lá para os lados de Coimbra. Oito anos depois da primeira edição de uma das provas mitícas do calendário nacional, tive a sorte de conhecer o Trilhos dos Abutres, em versão especial TWC – Trail World Championship.

Eu sei que vou repetir esta história várias vezes, mas como devem perceber é algo de que orgulho muito!

17 de Outubro de 2014 é um dia para recordar e celebrar durante toda a minha vida!

Hoje faz quatro anos que aventurei-me a correr. Tudo isto aconteceu durante a minha dieta de perda de 50kg (se não conheces a história podes ler aqui e aqui). Recordo-me do dia como se fosse hoje. Foi numa manhã fria de Outono, junto ao mar, na Avenida do Mar no Funchal, local onde muitos madeirenses/funchalenses fazem as suas corridas e jogging habitual.

Santana.

Terra do pão, das montanhas, da natureza deslumbrante e das casas que promovem a ilha da Madeira por todo o Mundo.  Popularmente conhecida como a terra dos “Bragados”, desde o tempo da sua povoação foi uma terra apetecida e visitada pelos burgueses e a mais alta nobreza portuguesa. Passados quase 500 anos da sua fundação, Santana é cada vez mais desejada e amada por uma outra “realeza”, que deseja trilhar e correr numa das melhores provas do Tour Mundial de Skyrunning, o USM – Ultra Skymarathon Madeira.

O vício das corridas
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