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Correr longas distâncias custam os ‘olhos da cara’, as unhas do pé, todas as gotas de suor; cada milímetro, centímetro, metro e quilómetro. Cada passo tem um valor, cada vez que inspiras numa subida sai algo de ti, em cada gole que dás no flask ou em cada barra que comes estás sempre a gastar algo.

Tudo tem um custo, mas vale todas as moedas e todo o esforço e dedicação que aplicaste!

Minha querida e amada prova.

Eu nunca escrevi uma carta de amor. Mas tu mereces!

Foram meses a pensar, a sonhar incessantemente de forma louca e desenfreada nas linhas e caminhos que te definem e te tornaram uma das melhores. O desejo de explorar-te era grande e a vontade de trilhar as linhas sinuosas da silhueta do teu desnível era intensa.

Comer bio. Cada vez mais ouvimos familiares e amigos que estão mais conscientes de como comem e sobre aquilo que comem. Eu sou um daqueles que fala, promove e tenta praticar uma vida e alimentação saudável, adoptando uma vertente mais limpa e biológica. Há malta que já deve estar a pensar, “Este tem a mania. Outra vez com a conversa do saudável”.  Calma, não quero ser fundamentalista!

Eu, ultramaratonista, assumo que pequei!

Estive pensando em tudo! Tudo o que tenho feito, em todas as minhas atitudes, todos os meus pensamentos, e reconheço que, por vezes, esqueço de ver as fitas, e sigo pelos trilhos errados. Pequei tanto, que nem sei se começo a pedir perdão pelas inúmeras horas de fantásticos treinos ou se me redimo pelas selfies que tirei com amigos durante aquela prova espetacular que aconteceu no fim-de-semana passado.

Cá em casa, tal como em muitas outras, os fim-de-semana são aproveitados para descansar e sair da rotina diária. Para além de aproveitar os fim-de-semana para fazer de tudo um pouco, gostamos muito de meter as mãos na cozinha e preparar refeições completamente diferentes daquelas que comemos durante a semana. Sempre de uma forma saudável, por vezes tentamos recriar pratos de infância, que ficaram na memória, onde os sabores e os aromas são recordados com o conforto e carinho das nossas mães ou avós, que preparavam os nossos pratos preferidos como mais ninguém sabia fazer.

O vício das corridas
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